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Mês: novembro 2015

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Reorganização das escolas públicas paulistas

26 de novembro de 2015 Por Ricardo Braga

Nos últimos meses, fora a mais nova mudança ministerial realizada no setor educacional ( a saída do ex-ministro Renato Janine do Ministério da Educação em setembro), a notícia que ecoa na área educacional agora é a reorganização proposta pelo governador paulista Geraldo Alckmin, nas escolas públicas do estado, para o ano de 2016. Por mais que, financeiramente, essa proposta apresente bons resultados para o estado, a questão não é benéfica para o setor. O corte de verbas culminaria em centenas de escolas fechadas ainda esse ano, ocasionando o remanejamento de mais de 1 milhão de alunos para outras unidades. A proposta do governo paulista é baseada na idéia, a longo prazo, de municipalizar todo o ensino fundamental, através da divisão das escolas em ciclos únicos: ensino fundamental I, ensino fundamental II e ensino médio. O fato é que, tomada a decisão da “reorganização”, o que podemos observar é uma nova abertura para a iniciativa privada. O histórico brasileiro com as privatizações não é favorável para a aceitação pública, logo, a desconfiança do povo junto a essa proposta é ampla. O que parece é que a falta de comunicação entre o estado e seus setores educacionais gera desavenças no lugar de debates, em prol de uma melhora na área. Como podemos fazer com que a educação pública brasileira melhore para os próximos anos? E como evitar perdas de espaço como essa? Confira mais sobre essa crise na reportagem abaixo: http://www.cartaeducacao.com.br/reportagens/na-escola-estadual-diadema-uma-aula-de-cidadania/

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Por um Brasil mais africano

19 de novembro de 2015 Por Ricardo Braga

 Independente das raízes européias, abertamente expostas entre nós brasileiros, os vínculos primários de nosso povo não partem desse  princípio. A força etnológica, vinculada aos povos do oriente, e  principalmente, de alguns países africanos, é a grande válvula geradora de  cultura (hoje modernizada aos padrões nacionais) que obtivemos ao longo  de anos. Alguns desses países envolvidos na formação do nosso, tal como  Angola e Moçambique, só para citar poucos exemplos, hoje não tem mais  uma ligação direta com o Brasil, culturalmente falando. Não nos é passado muito o que é feito de lá, como de cá pouco é dito para curiosos de lá. Mas a língua e as heranças históricas que compartilhamos ao longo desses séculos que nos envolvem, mantém a possibilidade viva de uma ponte real entre nós. Mais requerida nas escolas, essa história que nos esclarece um número vasto de hábitos de nosso dia a dia, está aparecendo mais na lista de objetivos a serem compartilhados em salas de aula de escolas brasileiras. O continente africano, tal como um todo, reserva em si um grande mistério para as massas de nosso pais. Ele, além de pouco explorado, guarda consigo o misticismo, tantas vezes mal compreendido por muitos de nós, de uma cultura colonizada por quase toda a sua existência. Os países citados anteriormente no texto, agora estão despontando para algumas atividades mais vistas pelo olhar global, porém, mesmo assim, pouco conhecidas. Personalidades, claro, ajudam com essa divulgação de obras e projetos. Mas no caso brasileiro, guardamos uma espécie de tristeza histórica, e de certo modo, uma dívida de respeito e gratidão aos povos que nos cederam bastante riqueza cultural. Acompanhe mais sobre essa relação entre nosso país e os povos africanos em: http://revistaescola.abril.com.br/consciencia-negra/africa-brasil/

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Práticas de administração educacional

13 de novembro de 2015 Por Ricardo Braga

Nas crescentes tentativas, por vezes eficaz outras nem tanto, de melhorar o estado da educação brasileira nos últimos anos, vemos que a conquista de novos resultados não é o fim de um caminho, mas pelo contrário, o início de uma prática. A manutenção dessa prática é o item fundamental para que esse estado permaneça sólido. Como poderíamos avançar sem tal recurso de controle? A questão da administração educacional é uma viga interessante na sustentação de novas políticas e ações ao longo do desenvolvimento educacional do país. Não existe melhora sem uma forma consistente de não permitir que a corda bamba afrouxe demais. As últimas pesquisas mostram que a profissionalização desse meio vem aumentando no último ano (levantamento feito pelo IBGE entre julho/2014 e março/2015). Isso mostra que a preocupação com esses serviços está levantando a possibilidade de maior controle sobre as ações da área. Lógico que isso não altera o fraco desenvolvimento da educação nesses últimos meses. A melhora pode ocorrer sim. São vários os meios, mas sempre existe um fim necessário: construir uma educação vigorosa. Acompanhe mais sobre o assunto na matéria abaixo: http://www.revistaeducacao.com.br/textos/222/diagnostico-dos-gestores-364791-1.asp

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O conservadorismo estampado

6 de novembro de 2015 Por Ricardo Braga

Ocorrido no penúltimo final de semana do mês de outubro de 2015, a prova do ENEM (Exame Nacional do Ensino Médio) foi um dos eventos mais comentados do ano. Antes fosse só pelas interessantes abordagens feitas pelos realizadores da prova, ao pautarem na discussão assuntos históricos e contemporâneos de extremo valor. Porém, contrapondo uma forma diplomática de discussão sobre os temas escolhidos, nos deparamos com uma reação conservadora por parte de uma questão específica na prova, a qual envolvia a filósofa francesa Simone de Beauvoir. Simone de Beauvoir foi uma das mentes mais brilhantes do século passado. Ao lado de Jean Paul Sartre, elaborou uma teoria feminista em seu pensamento, em que questionava várias das “regras normativas” impostas por uma sociedade machista e conservadora. O que há de se estranhar hoje é o fato de muitas dessas idéias questionadas nos últimos anos, ainda manterem força tamanha a qual a época em que Beauvoir iniciou seu questionamento. O assustador na repercussão da questão não foi nem sequer o conteúdo nela exposto, mas a forma como ouve essa reação conservadora à ela. Vincular o nome da pensadora francesa à vários assuntos que causam incomodo e repúdio dentro da sociedade é uma resposta no mínimo ridícula por parte de uma faixa de brasileiros, que deveria enxergar sua covardia frente a propostas legítimas de igualdade de gênero. O preocupante ainda seria como esse assunto poderá ser tratado em nossas escolas daqui a algum tempo. Continuaremos presos ao passado conservador? Acompanhe mais sobre essas questões no link abaixo: http://www.bbc.com/portuguese/noticias/2015/10/151028_simone_beauvoir_wikipedia_enem_r    

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