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Autor: Ricardo Braga

Financeiro

Métricas financeiras: Você sabe quais são essenciais para a sua escola?

7 de julho de 2016 Por Ricardo Braga

As métricas financeiras são elementos essenciais para o reconhecimento do que está ou não está dando certo em determinados setores de uma instituição escolar. Apesar de ser uma tarefa extremamente burocrática e maçante, quando se trata de finanças, reconhecer as métricas e observá-las constantemente é muito importante. Muitas vezes, ações de crescimento acabam por disfarçar a situação real de uma instituição e isso se deve a falta de uma gestão financeira eficiente. Os fatores que contribuem para isso são diversos: inadimplência, dívidas superiores a receitas, custos e retorno, evasão escolar, entre outros. Abaixo listamos algumas métricas que devem ser observadas de perto para que o gerenciamento da instituição se dê de forma correta e segura.   1- Despesas e receitas É essencial que qualquer gestor tenha controle do quanto a escola recebe e o quanto ela gasta para se manter. São diversos os setores da instituição que precisam de envolvimento financeiro diário: setor acadêmico, corpo docente, infraestrutura, material escolar e etc. Cada pequena estrutura dentro da instituição requer atenção e um olhar crítico sobre como otimizar o trabalho e potencializar os resultados.   2- Controle da inadimplência Nunca é fácil realizar uma cobrança, mas é possível evitá-la. Muitas vezes ações como simplificar o pagamento, proporcionar descontos aos responsáveis que pagam em dia, enviar lembretes, entre outras, são suficientes para evitar a inadimplência e garantir uma receita fixa ao caixa da instituição.   3- Marketing É muito importante que as ações de marketing realizadas para prospecção de novos alunos sejam observadas de perto. É essencial que o gestor controle o retorno desses investimentos de forma que seja possível racionalizar o real número de matrículas que essas ações estejam proporcionando.   4- Controle de evasão Mapear e identificar os casos de evasão são procedimentos fundamentais na correta gestão financeira de uma instituição de ensino. A partir da observação e análise dos fatores que levam determinado aluno a sair da escola é possível determinar falhas e corrigir erros que muitas vezes passam despercebidos quando não é feita uma observação mais profunda do problema.   5- Bolsas e descontos As bolsas de estudo são uma forma de incentivar alunos que não teriam condições de pagar a instituição e também um investimento da escola em potenciais bons resultados. Dessa forma, os descontos devem ser vistos sempre com responsabilidade e de maneiras que não comprometam o caixa e, consequentemente, gerem prejuízos para a instituição.   Mapear e controlar as métricas da escola permite identificar seus erros e acertos. Dessa forma é possível direcionar o trabalho para determinadas áreas que demandem mais ou menos atenção no momento e, assim, unir esforços para o constante crescimento e evolução da instituição. Baixe gratuitamente nossa planilha de controle financeiro escolar e comece agora a planejar e organizar as finanças de sua instituição!

Comunicação escolar

Aplicativos de comunicação – A interação entre escola e família cada vez mais eficaz

23 de junho de 2016 Por Ricardo Braga

Anotações em agendas que passam despercebidas, recados aos pais através de centenas de folhas impressas, ligações em possíveis horários inoportunos, notificações importantes que vão diretamente para caixas de spam. Esta é uma realidade recorrente na comunicação de diversas escolas e instituições de ensino. Com o avanço da tecnologia, e, consequentemente, com o lançamento de smartphones e tablets mais acessíveis e didáticos, o uso de aplicativos na comunicação escolar se tornou uma necessidade para instituições que buscam praticidade, clareza e segurança na comunicação com os pais e os responsáveis. A utilização de um aplicativo de comunicação traz inúmeras vantagens para a instituição, além da inovação tecnológica existem outros benefícios atrelados ao uso de um app.   Economia Por ser uma plataforma totalmente digital, gera redução de custos com materiais de escritório gastos no processo de comunicação em papel, além de contribuir para o meio ambiente.   Agilidade Com a implementação de um aplicativo de comunicação, os pais são informados em tempo real sobre a rotina escolar dos alunos, além de receberem notificações sobre eventos, reuniões e datas comemorativas imediatamente, na palma de suas mãos.   Engajamento É possível aumentar o engajamento da comunidade escolar através da comunicação direta com os pais e responsáveis. Por intermédio do aplicativo, abre-se um canal de diálogo, e, consequentemente, aproxima-os da instituição.   Segurança As mensagens enviadas são privadas e todos os dados são protegidos. Se ocorrer algum problema e a escola precisar investigar e ter acesso ao que foi dito nas mensagens, todo o histórico da conversa pode ser consultado.   Praticidade também para os professores O aplicativo de comunicação não facilita somente a comunicação entre pais e escola. Através dele, professores também podem se comunicar diretamente com os responsáveis, permitindo assim, um acompanhamento mais próximo do dia a dia do aluno.   Redução da inadimplência Através de lembretes de cobrança a escola mantém o responsável informado sobre os seus compromissos financeiros com a instituição, além de abrir um canal de diálogo e permitir que exista mais proximidade para tratar cada caso de forma adequada.   As vantagens da implementação de um aplicativo de comunicação escolar são inúmeras, frente aos métodos antigos de comunicação. Porém, é preciso ter cautela no momento de escolher o software que oferece a melhor opção para as necessidades da instituição. Através da integração com o Eduapp o Sistema Edux garante uma ferramenta de comunicação de uso simples e ágil. São diversos benefícios que proporcionam aos usuários um sistema completamente intuitivo que busca auxiliar e possibilitar a melhor forma de diálogo entre a escola e os responsáveis.   Fale com um de nossos consultores e saiba por que o Sistema Edux e a Eduapp são a melhor solução de gestão e comunicação para sua instituição!

Financeiro

Como aumentar o faturamento da sua escola em tempos de crise

9 de junho de 2016 Por Ricardo Braga

Quando pensamos em crise econômica, logo nos vêm à cabeça a ideia de recessão, desemprego, juros e inflação. Na educação, a situação ainda é mais delicada. Um dado recente da Confederação Nacional dos Estabelecimentos de Ensino (Confenen) é que entre  2014 a 2016 a rede privada de ensino perdeu 12% dos seus mais de 9 milhões de alunos. Apesar de estarmos longe do cenário que imaginamos e desejamos para o país, muitas pessoas se levam pelo pessimismo econômico e acabam deixando passar algumas oportunidades que esse momento desfavorável pode oferecer. Pensando nisso, resolvemos dar algumas dicas sobre como aumentar o faturamento da sua escola em tempos de crise. Algumas dessas medidas são mudanças de mentalidade, que evitam desperdícios e otimizam o método e a organização do trabalho na sua instituição. Vamos a elas:   PROSPECÇÃO DE ALUNOS Para fazer com que as suas matrículas aumentem, é preciso, não apenas oferecer cursos, infraestruturas e um corpo docente de qualidade, mas entender como fazer prospecção de alunos. Ferramentas de pesquisa online e estratégias de marketing direcionadas para o seu público alvo são recursos fundamentais no momento da prospecção de novos alunos.   RETENÇÃO DE ALUNOS Nós já falamos sobre isso no nosso blog anteriormente, mas é sempre bom lembrar, tão importante quanto a prospecção de novos alunos, a retenção dos que já são matriculados é importantíssima para a escola. Dinâmica de conteúdo, balanceamento das disciplinas e maior inserção de tecnologia são apenas algumas das maneiras de diminuir a evasão escolar numa instituição de ensino.   CONSCIENTIZAÇÃO DE ALUNOS E FUNCIONÁRIOS Luz, água, telefone. Recursos básicos, mas que com a crise e com o desperdício atingem valores que pesam muito no final do mês. Incentive o uso consciente e valorize o diálogo não só em sala de aula, mas também em todos os setores da instituição.   RECICLAGEM DE MATERIAL ESCOLAR Além de gastarem com a mensalidade, muitos pais sofrem durante todo o ano com a compra de material escolar. Isso acaba tornando-se um empecilho na hora de matricular seus filhos em determinadas instituições. Incentivar a reciclagem e doação de material fará a diferença na hora da escolha por uma ou outra instituição.   CONTROLE FINANCEIRO Possuir uma organização financeira detalhada é essencial para o aumento do faturamento da sua escola em tempos de crise. Através desse controle o gestor pode medir a taxa de inadimplência, controle de fluxo de caixa e despesas mensais, organizando assim as despesas e otimizando os lucros para investimentos pontuais.   Seguindo esses passos e com um bom sistema de gestão, mesmo em um cenário adverso como esse, as chances de crescimento de uma instituição de ensino são enormes. Através do Sistema Edux o gestor pode organizar todas as áreas da escola, seja no âmbito financeiro, operacional e estudantil, permitindo assim que ele consiga ter mais tempo para buscar informações sobre tendências e inovações tecnológicas na área pedagógica, disponibilizando mais conhecimento e aprimoramento para o corpo docente de sua instituição. Quando a escola aprimora o ensino e melhora os seus resultados, invariavelmente, irá captar mais alunos e conseguirá um crescimento acadêmico e financeiro.   Quer conhecer um pouco mais o Sistema Edux? Fale com um de nossos consultores e entenda como uma plataforma de gestão pode auxiliar no dia a dia de sua instiução!  

Evasão Escolar

5 passos para redução da evasão escolar

2 de junho de 2016 Por Ricardo Braga

Um cenário recorrente na sala de aula: O professor de matemática tenta explicar um novo conteúdo complexo. No fundo da sala um grupo de alunos dorme, outros trocam mensagens no celular ou conversam sobre o último episódio da sua série favorita. Apenas três ou quatro, nas primeiras cadeiras, se esforçam pra escutar as palavras do professor. Nesse contexto, a única coisa que passa pela cabeça do educador é que seria melhor se os alunos que não estivessem interessados no conteúdo saíssem da sala, e que dessa forma ele pudesse continuar a sua aula apenas para os que estão interessados. Compreensível, porém, esse é o primeiro e sintomático passo para um aumento da evasão escolar em sua instituição. No Brasil, sempre se acreditou que as maiores causas da evasão escolar fossem por motivos de trabalho, situações econômicas e dinâmicas familiares, porém estudos recentes comprovam que mais de 40% dos jovens entre 15 e 17 anos abandonam a escola por não terem interesse. Além disso, a falta de informação e o distanciamento das instituições no cotidiano acadêmico não permite a identificação do problema e, consequentemente, faltam ferramentas para resolvê-lo. Já falamos no nosso blog sobre como preparar um plano de gestão escolar para a sua instituição, esse é um passo fundamental para criar mecanismos de acompanhamento de métricas importantes e já começar a atuar para uma diminuição da evasão escolar. No entanto, além do plano de gestão, adotar práticas simples podem prevenir a evasão de alunos na sua instituição. Confira 5 passos fundamentais para identificar, analisar e buscar soluções para a evasão escolar:   1- Monitoramento: É importante que haja um esforço diário no sentido de identificar e monitorar os alunos mais faltosos através de chamadas e identificações. Se for notada uma constância nessas faltas provavelmente existe algo de errado e se torna necessário um acompanhamento mais próximo do caso.   2- Identificar dificuldades: Alunos com dificuldade de aprendizado ou com problemas em alguma matéria têm uma tendência maior em se afastar da escola e perder o interesse. É essencial que haja uma aproximação e um tratamento mais personalizado dessas dificuldades, seja através de trabalhos pedagógicos específicos ou aulas de reforço.   3- Dinâmica de conteúdo: Os jovens e adolescentes são submetidos a estímulos diários provenientes de diversas fontes (internet, tv, redes sociais, etc.), sendo cada vez mais difícil prender a sua atenção. Dinamizar o conteúdo se torna uma ferramenta muito útil para escapar das tradicionais aulas maçantes. O desenvolvimento de materiais visuais e de um conteúdo online são ótimas formas de variar o estudo e torna-lo mais interessante.   4 – Balanceamento das disciplinas Organizar de forma variada o quadro de horários disciplinares torna a rotina no colégio mais dinâmica, atraindo os alunos e evitando a evasão escolar. Intercalar as matérias torna não só o conteúdo menos cansativo como também permite que o aluno se concentre mais e tenha um melhor rendimento em sala de aula.   5 – Inserção da Tecnologia Por fim, é preciso que a instituição esteja atenta às novidades tecnológicas que facilitam a gestão escolar. Através delas, o gestor terá acessos a informações que são fundamentais para uma identificação mais detalhada da presença, do rendimento e o engajamento dos alunos.   Já conhece o Sistema Edux? O software conta com diversas funções que facilitam o acompanhamento dos pais e professores, fazendo um monitoramento das notas dos alunos, do diário de presença e dos horário das aulas. Fale com um de nossos consultores e entenda como uma plataforma de gestão pode auxiliar no controle da evasão escolar!

Gestão escolar

Como preparar um plano de gestão escolar?

20 de maio de 2016 Por Ricardo Braga

No post passado fizemos um guia com 10 passos para uma gestão escolar democrática, com essas informações em mente veremos agora como colocar isso em prática e fazer um plano de gestão escolar eficiente e que tenho um reflexo direto no bom andamento da instituição.   O plano de gestão escolar nada mais é do que um documento que traça o perfil da escola, bem como seus objetivos e intenções comuns de todos os envolvidos. Além disso, ele direciona e gerencia internamente as ações da escola conferindo-lhes metas e operacionalizando o Projeto Pedagógico. Assim sendo, o Plano de Gestão escolar engloba todos os aspectos da escola, que devem incluir, entre outros itens, a ficha cadastral da escola, quadro de alunos, calendário escolar, horário de aulas, resumo do rendimento escolar do ano anterior, planejamento financeiro, cronograma de atividades, critérios de avaliação entre outros.   O mais importante papel do Plano de Gestão é que ele operacionalize e acompanhe as metas e objetivos do Projeto Pedagógico e do Plano de Ensino, guiando a qualidade de conteúdo que será passada aos alunos. Assim, ele acaba por se tornar uma ferramenta de ciclos onde está presente a ideia de que não haverá aceleração do conteúdo no aprendizado do aluno, respeitando o ritmo de cada estudante. Dentro de um período de quatro anos o Plano de Gestão faz um acompanhamento dos projetos, individualizando dessa forma  a dinâmica escolar. Nele são mapeadas as atribuições e os conteúdos visando os objetivos dos alunos do ciclo propriamente dito.  Dessa forma é importante que o Plano faça uma avaliação semestral desses objetivos para que depois de um período de quatro anos possa haver sua real concretização.   E aí, o plano de gestão da sua escola já está pronto? Se você ainda não sabe por onde começar a equipe do Sistema Edux criou um modelo de Plano de Gestão Escolar, disponível para download gratuito, onde o gestores e funcionários de qualquer instituição encontrarão a base para a sua implementação. É fundamental seu preenchimento completo assim como um acompanhamento semestral de seus objetivos e metas. Mãos à obra!     É importante também lembrar que um software de gestão presta um grande auxílio no desenvolvimento e acompanhamento do Plano de Gestão Escolar. Através do sistema, o gestor pode consultar todos os dados da escola além de avaliações, calendários, cronograma financeiro e mais uma série de informações que colaborarão diretamente para o cumprimento das metas estabelecidas no Plano. Quer conhecer um pouco mais o Sistema Edux? Peça uma demonstração e entenda como elevar ainda mais os resultados da sua instituição!    

Gestão escolar

10 passos para uma gestão escolar democrática

12 de maio de 2016 Por Ricardo Braga

Formar cidadãos, educar, preparar, inserir socialmente indivíduos. Essas são apenas algumas das funções e obrigações de qualquer instituição de ensino.  Para que cada uma dessas funções seja cumprida com êxito é de extrema importância pensar o ambiente escolar de uma forma aberta e democrática. Para isso, listamos 10 atitudes importantes para um bom gerenciamento e relacionamento em uma comunidade educativa. São medidas simples, mas se seguidas com afinco, são capazes de gerar um resultado fantástico. Vamos a elas:   1- Coletividade: Evidenciar o vínculo entre professores, alunos, funcionários, escola e comunidade.  Mostrar que cada indivíduo tem um papel essencial nessa cadeia produtiva.   2- Diálogo: Incentivar o diálogo e tornar mais fácil, clara e simples a comunicação entre todos os setores. É um grande desafio, mas é essencial para manter as relações mais cristalinas e os objetivos alcançados.   3- Liderança: O gestor deve ser um exemplo, mas também pode errar e aprender. O mais importante é ter a capacidade de articulação na comunidade educativa e respeito pelas opiniões, sabendo aconselhar os caminhos mais adequados para os alunos e para a Instituição.   4- Inovação: Não é preciso temer as novas tecnologias. Somos de uma geração analógica e adaptada às novas formas de se conectar, mas é necessário entender que as ferramentas poupam muito o tempo e facilitam de uma forma extraordinária os processos da organização.   5- Conhecimento: Conhecer cada membro do setor educativo é essencial para detectar seus pontos fracos e fortes. A busca pelas melhorias está diretamente conectada com o conhecimento que o gestor tem de sua equipe e da sua comunidade.   6- Adaptação: O gestor deve ser capaz de se adaptar ao novo espírito do tempo. Existem movimentos sociais novos, assim como a discussão de valores e crenças. Algumas situações vão exigir diálogo com funcionários, professores, pais e alunos e a resiliência será fundamental para lidar de forma adequada com cada circunstância. 7- Capacitação: Estar em constante evolução acadêmica.  O conhecimento prático, teórico e o aprofundamento na legislação da escola permitem que o gestor saiba exatamente os caminhos que deve seguir.   8- Ponderação: O bom senso é o que rege as relações numa comunidade escolar. É fundamental saber mediar e ter sempre equilíbrio nas decisões.   9- Transparência: A lealdade com os funcionários, docentes e alunos se transforma em confiança da comunidade. Ética e honestidade são virtudes essenciais.   10-   Idealismo: A educação pode e deve fazer a diferença. É preciso acreditar sempre no poder transformador da escola.   A tecnologia é uma grande aliada no processo de gestão de uma instituição de ensino! Softwares de gestão e aplicativos de comunicação auxiliam em grande parte do trabalho burocrático e na comunicação permitindo que as escolas se dediquem ao que mais importa, EDUCAR. Você já conhece o Sistema Edux?  O sistema possui diversos módulos que permitem ao usuário gerenciar de forma rápida e intuitiva todas as rotinas da escola, onde quer que esteja. Peça uma demonstração e entenda como elevar ainda mais os resultados da sua instituição!

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O futuro das humanas

13 de janeiro de 2016 Por Ricardo Braga

Desde sua aparição, o documento da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) vem gerando perguntas e polêmicas. As questões são diversas, mas as perguntas se repetem muitas das vezes quando são feitas. Agora, o caso volta a sondar a área de humanas, em maior destaque as matérias componentes no currículo, que são: história, geografia e ensino religioso, no caso do ensino fundamental; e ainda também filosofia e sociologia, no ensino médio. Obviamente, não existe a possibilidade de gosto único quanto à um documento que limita ações e abordagens específicas, pois, naturalmente, as partes desfavorecidas no modelo previsto não terão a sua linha de pensamento ou cultura vista de forma completa. Exatamente nesse ponto começam as discussões sobre o documento em questão. Nesse momento refletimos se devemos avançar na construção da base ou recuar, e ver se as alternativas existem. Claro, elas existem. Mas cabe aqui observar se são viáveis. Na matéria abaixo, o que encontraremos são opiniões de profissionais da área da educação que vão expor seus pareceres sobre como a BNCC está sendo averiguada por eles. Leia você também o texto e tire suas conclusões.   http://www.revistaeducacao.com.br/textos/224/o-campo-da-discordia-366345-1.asp    

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Educação brasileira: o que melhorar?

10 de dezembro de 2015 Por Ricardo Braga

Todo final de ano nos deparamos com as mesmas dúvidas e incertezas que, naturalmente, aparecem em nossas cabeças para o próximo ano. É evidente que muito do que esperamos do futuro, depende da nossa relação com o presente e passado, sendo eles recentes ou longínquos. No caso da Educação brasileira no ano de 2015, conseguimos encontrar falhas e acertos variáveis. Muito do que fizemos esse ano poderá ser adotado e estimulado para o ano que virá, porém temos de reconhecer que vários dos setores educacionais sofreram esse ano, seja por questões econômicas ou políticas. Devemos olhar para 2015 e refletir: o que mudou e o que necessita mudar? Não encontraremos no ano que está terminando muitos “louros da vitória”. Podemos classificar como difícil a situação educacional ao longo do ano: mudanças em cargos chefe no ministério (três ministros da educação em menos de 10 meses); greves de professores nas universidades; manifestações de pesopor parte dos alunos da rede pública (a última de destaque em São Paulo, no caso da reorganização das escolas). Junto a isso, uma instabilidade financeira nacional que provocou cortes de gastos e falta de apoio para a educação. Olhando para trás e esboçando desejos de mudança para o futuro, podemos tomar 2015 como um ano onde muito se falou, criticou e se fez para mudanças de estruturas e entendimentos culturais. Porém, isso não basta para que sejam mais do que simbólicos os avanços no setor. A crença na melhora da educação é inabalável. Confira mais sobre esse assunto no link: http://brasilescola.uol.com.br/educacao/educacao-no-brasil.htm   

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Habemus Matemática

3 de dezembro de 2015 Por Ricardo Braga

Podemos começar esse texto assim: por muitos odiada; por tantos outros querida e considerada uma verdadeira auxiliadora nos momentos difíceis, a matemática é tida como uma das matérias de base comum para todo estudante de ensinos fundamental e médio. Não menos agora, quando vivemos cercados por um sistema financeiro altamente movimentado. Se pararmos para observar, não podemos viver sem ela, mesmo quando não temos tanto interesse por seu estilo racional e objetivo. Muitas vezes nos perguntamos: pra que vou usar isso? Quando adentramos no mundo dessa matéria de raciocínio direto, vemos que ela não é só um meio de fazer contas no fim do mês, ou mesmo saber quanto dinheiro teremos para as saídas nos finais de semana. Não! Muito mais que isso. Podemos enxergar através de suas fórmulas mirabolantes e tentar compreender muito mais do mundo que habitamos. Certamente, a matemática tem muito mais de político e humano do que muitos pensam. Numa análise profunda, encontraremos, fatalmente, sua ajuda para entender muitas das desigualdades, concentrações de riqueza (assim como as diversidades e diferenças sociais) que vemos no planeta. Então, a pergunta é a seguinte: seria a matemática dispensável para nós, ainda mais num mundo capitalizado de hoje? Descubra mais sobre essa interessante análise na reportagem abaixo: http://www.cartaeducacao.com.br/aulas/medio/a-matematica-da-desigualdade/

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Reorganização das escolas públicas paulistas

26 de novembro de 2015 Por Ricardo Braga

Nos últimos meses, fora a mais nova mudança ministerial realizada no setor educacional ( a saída do ex-ministro Renato Janine do Ministério da Educação em setembro), a notícia que ecoa na área educacional agora é a reorganização proposta pelo governador paulista Geraldo Alckmin, nas escolas públicas do estado, para o ano de 2016. Por mais que, financeiramente, essa proposta apresente bons resultados para o estado, a questão não é benéfica para o setor. O corte de verbas culminaria em centenas de escolas fechadas ainda esse ano, ocasionando o remanejamento de mais de 1 milhão de alunos para outras unidades. A proposta do governo paulista é baseada na idéia, a longo prazo, de municipalizar todo o ensino fundamental, através da divisão das escolas em ciclos únicos: ensino fundamental I, ensino fundamental II e ensino médio. O fato é que, tomada a decisão da “reorganização”, o que podemos observar é uma nova abertura para a iniciativa privada. O histórico brasileiro com as privatizações não é favorável para a aceitação pública, logo, a desconfiança do povo junto a essa proposta é ampla. O que parece é que a falta de comunicação entre o estado e seus setores educacionais gera desavenças no lugar de debates, em prol de uma melhora na área. Como podemos fazer com que a educação pública brasileira melhore para os próximos anos? E como evitar perdas de espaço como essa? Confira mais sobre essa crise na reportagem abaixo: http://www.cartaeducacao.com.br/reportagens/na-escola-estadual-diadema-uma-aula-de-cidadania/

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